Começa por uma reunião online.
É nela que entendemos o que a rotina exige, onde ela trava e o que precisa circular melhor entre pessoas, etapas e sistemas.
Da primeira conversa à aplicação no ar
Cada operação tem uma rotina própria, e é ela que decide o que o sistema precisa fazer. Abaixo está o caminho que percorremos, do primeiro contato ao software funcionando no dia a dia.
Antes de qualquer linha de código
O que a empresa precisa e o que o software deveria ter são coisas diferentes — e é a primeira que manda no resto.
É nela que entendemos o que a rotina exige, onde ela trava e o que precisa circular melhor entre pessoas, etapas e sistemas.
Todo projeto é analisado antes de virar proposta. Se algo não for possível, você ouve isso de nós antes de assinar — e o que a aplicação vai fazer, e o que ela não vai fazer, fica claro desde o começo.
O tempo depende de quantos módulos o sistema precisa, de haver ou não integração com outros sistemas por API e de quanto será construído do zero. Prazo dado antes dessa conversa é chute — e chute vira atraso.
O que se contrata
Cada caso é um caso, e por isso a proposta é feita para o seu — não existe tabela pronta para software que não é pronto.
O valor de implantação varia conforme a necessidade e o tamanho do projeto. A mensalidade, que mantém a aplicação no ar, depende de fatores como a linguagem e a disponibilidade que a operação exige.
Ajuste pontual é avaliado caso a caso: quando é acerto no código, não vira cobrança extra; quando é implantação nova, você fica sabendo antes, com a justificativa do que mudou.
O primeiro passo
A conversa inicial não custa nada e não compromete nada — serve para saber se faz sentido seguir.