XML espalhado
Um pouco na caixa de e-mail, um pouco no portal de cada fornecedor, um pouco na pasta de downloads de alguém.
Solução em operação
Hoje, na entrada. Os documentos fiscais que a sua empresa recebe — NF-e, CT-e e NFS-e — ficam todos num lugar só, buscados todo dia nos ambientes oficiais do governo com o certificado digital da empresa. E, antes de qualquer conversa, esta página tem uma ferramenta aberta a qualquer um: o XML vira PDF — o DANFE da nota ou o DACTE do frete — numa nova aba, sem cadastro.
Ferramenta gratuita
Escolha o arquivo XML da NF-e ou do CT-e e o PDF abre em outra aba, pronto para imprimir ou salvar. Sem cadastro, sem instalar nada e sem guardar o seu arquivo.
Converte NF-e e CT-e, até 2 MB por arquivo. O XML é lido, convertido e descartado na mesma hora — não fica em banco de dados, em disco nem em fila, e não registramos quem enviou.
O DANFE (da NF-e) e o DACTE (do CT-e) são a representação gráfica de um documento que, juridicamente, é o arquivo XML autorizado. Por isso a ferramenta gera o PDF e devolve — mas quem precisa guardar o arquivo é você, e o que se guarda é o XML.
Guardar o XML de cada nota que chega, todo mês, é justamente o trabalho que o módulo de gestão fiscal faz sozinho.
O que está em jogo
Hoje, na entrada. O documento fiscal eletrônico chega quando quer: por e-mail, por portal do fornecedor, por WhatsApp — ou não chega. A empresa é a destinatária, o arquivo já está disponível nos ambientes oficiais, e mesmo assim alguém precisa sair atrás dele.
Um pouco na caixa de e-mail, um pouco no portal de cada fornecedor, um pouco na pasta de downloads de alguém.
A nota que ninguém viu chegar aparece na conferência do mês — quando o prazo de decidir o que fazer com ela já passou.
O arquivo é o documento oficial, mas ninguém confere valores dentro de um XML. Sem o DANFE, cada conferência vira uma conversão manual.
Quem emitiu pode cancelar o documento depois. Sem alguém acompanhando o evento, a nota cancelada segue no processo como se valesse.
Como funciona
Com o certificado digital A1 da empresa, o sistema consulta os ambientes oficiais todo dia e traz o que chegou. Cada documento fica com o XML original e a representação gráfica à mão, por empresa — inclusive as filiais, na mesma conta e com os dados separados.
NF-e, CT-e e NFS-e recebidas são buscadas automaticamente. Quando o ambiente oficial está fora do ar, o sistema tenta de novo sozinho.
Recebeu o arquivo por outro caminho? Importe o XML: o sistema reconhece o documento pela chave de acesso e não cria uma segunda cópia.
O XML é o documento oficial e continua disponível para download; o DANFE e o DACTE abrem em PDF, gerados do próprio arquivo.
O A1 fica cifrado, sem download por ninguém — nem pela nossa equipe —, e é usado só nas consultas daquela empresa. Todo uso fica registrado.
Feito para várias empresas na mesma conta, com dados isolados por contratante. A NFS-e alcança municípios aderentes ao padrão nacional; nos demais casos, a importação do XML continua disponível.
Para quem
A coleta é por CNPJ, e cada empresa acessível aparece no mesmo lugar — com os dados de cada contratante isolados.
A busca é feita por inscrição, com o certificado de cada uma, e o resultado se lê num lugar só — sem entrar em portal separado por filial.
Vários contratantes na mesma instalação, com dados separados e acesso por pessoa: cada um da equipe enxerga só as empresas a que foi vinculado.
Quem precisa dizer "esta nota chegou?" para de depender do e-mail de alguém — e abre o DANFE direto do documento, sem conversão manual.
Se hoje o problema é só ler um XML que chegou, use a ferramenta desta página quantas vezes quiser. Ela não pede nada em troca.
Antes de contratar
A ferramenta desta página lê o XML da NF-e ou do CT-e e monta a representação gráfica oficial — o DANFE ou o DACTE —, que abre direto no navegador para você imprimir ou salvar. Não precisa instalar programa, criar conta nem informar e-mail.
A ferramenta é aberta a qualquer pessoa, sem custo, sem login e sem limite de uso por dia. Ela existe porque resolve em um clique um problema que aparece todo dia em quem lida com nota fiscal — e porque é a forma mais honesta de mostrar como trabalhamos.
O arquivo é lido em memória, vira PDF e some quando a resposta termina: não há cópia em banco de dados, em disco nem em fila. Também não registramos quem enviou — o sistema só soma quantas conversões aconteceram no dia, sem nada que identifique você.
DANFE é o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica; para o CT-e, o equivalente é o DACTE. Os dois são a versão imprimível de um documento que, juridicamente, é o arquivo XML autorizado. Por isso o XML é o que deve ser guardado — o PDF é a via de leitura.
A NFS-e fica de fora porque o documento oficial dela é gerado pelo Ambiente de Dados Nacional com o certificado digital da empresa — não há como um visitante pedi-lo, e imitar o layout seria pior. Enviando outro tipo, a tela diz qual documento é, em vez de mandar você conferir um arquivo que está correto.
A coleta diária nos ambientes oficiais é feita em nome da empresa, e isso só existe com o certificado A1 dela. Ele fica cifrado, sem download, e é usado apenas nas consultas dessa empresa. O conversor desta página não usa certificado nenhum.
NF-e, CT-e e NFS-e recebidas são buscadas automaticamente nos ambientes oficiais do governo e ficam num lugar só, com XML e PDF à mão. Quem recebeu o arquivo por outro caminho importa o XML, e o sistema reconhece o documento sem duplicar.
A busca automática depende do certificado digital A1 da empresa e da disponibilidade dos ambientes oficiais — indisponibilidade da Receita Federal ou do Ambiente de Dados Nacional está fora do nosso alcance. O sistema organiza o que a empresa recebe; ele não emite documento fiscal e não substitui a contabilidade.
Conversar
Conte quantos CNPJs a sua operação recebe documento. A conversa começa pela sua rotina, sem fórmula pronta.